terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Roda para Prisma

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Por: Adriano Bodo
E a linha de acessórios Chevrolet não pára de crescer. A intenção é aproximar o veículo das necessidades e do gosto de cada proprietário.
Estão disponíveis ítens externos como calotas, frisos, saias laterais entre outros.
Por dentro, acessórios apenas disponíveis em lojas especializadas, já podem ser adquiridos na concessionária, com a vantagem de serem direcionados e se adequarem perfeitamente á seu Chevrolet. Para incrementar o visual, a GM oferece opções de rodas para a linha Celta e Prisma, nos aros 13 e 14. Esta, também pode ser usada na Montana, com efeito muito bom.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Som Profissional

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Por: Adrianop Bodo
E a linha de acessórios Chevrolet não pára de crescer. A intenção é aproximar o veículo das necessidades e do gosto de cada proprietário.
Estão disponíveis ítens externos como calotas, frisos, saias laterais entre outros.
Por dentro, acessórios apenas disponíveis em lojas especializadas, já podem ser adquiridos na concessionária, com a vantagem de serem direcionados e se adequarem perfeitamente à seu Chevrolet.

A Bomber, famosa por equipamentos profissionais de som, fabrica esta caixa selada para a linha Chevrolet, que além de melhorar consideravelmente o som das batidas, tem design atual e agressivo.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Farol de neblina Corsa / Meriva

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Por: Adriano Bodo

E a linha de acessórios Chevrolet não pára de crescer. A intenção é aproximar o veículo das necessidades e do gosto de cada proprietário.
Estão disponíveis ítens externos como calotas, frisos, saias laterais entre outros.
Por dentro, acessórios apenas disponíveis em lojas especializadas, já podem ser adquiridos na concessionária, com a vantagem de serem direcionados e se adequarem perfeitamente á seu Chevrolet. Para neblina ou chuva intensa, o farol de neblina tem sua utilidade incontestável. Este serve tanto para Corsa quanto para Meriva e apesar de pequeno tem ótima capacidade de iluminação

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O apimentado HHR SS 2008

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A versão top de linha do HHR tem 260cv e chega aos 225 km/h de velocidade final

Por: Rubens Caruso Junior

A General Motors apresentou no recente Woodward Dream Cruise, que aconteceu em Michigan, nos Estados Unidos, a versão SS (de Super Sport) do Chevrolet HHR 2008. O carrinho retrô da GM está fazendo muito sucesso naquele país, e por isso ganhou sua série esportiva, equipada com motor 2.0 Ecotec turbo de 260 cv de potência máxima. A transmissão é manual de cinco marchas e com isso o carrinho acelera de zero a 100 km/h em 6,3 segundos. Parece um furgãozinho de entrega, mas é um autêntico esportivo.
O modelo inicialmente será comercializado no mercado norte-americano. Chega para assumir o lugar de top de linha dos HHR, com um bom volume de equipamentos de série e conjunto aerodinâmico exclusivo. Disponível só com quatro portas, o SS já traz de linha controle eletrônico de estabilidade (StabiliTrak) e freios a disco com ABS nas quatro rodas. O motor é o mesmo 2.0 turbo usado no Pontiac Solstice GXP e Saturn Sky Redline (veja nesta edição)
Carro esportivo para os norte-americanos deve ter transmissão manual, e por isso o HHR SS usa uma caixa de cinco velocidades, que despeja os 36 kgfm de torque máximo nas rodas de maneira espantosa. O modelo ainda está disponível com câmbio automático de quatro velocidades opcional, com controle eletrônico.
APRESSADINHO
Segundo a GM, o HHR SS na configuração com câmbio mecânico usa a suspensão esportiva FE5, testada no circuito de Nurburgring (na Alemanha), para garantir a boa estabilidade. O modelo atinge os 225 km/h de velocidade máxima.
O HHR parece ser um carro pequeno, mas não é. Tem 4,48 metros de comprimento e 2,63 m de distância entre-eixos, além de 1,75 m de largura e 1,58 m de altura. O porta-malas tem capacidade de carga de 638 litros, que pode chegar a 1.780 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Entre os diferenciais do SS novidades como rodas de liga leve aro 18 com pneus 225/45, mais pára-choques, bancos, spoilers, tomadas de ar e painel de instrumentos exclusivos e com apelo esportivo. O HHR SS 2008 é produzido nas cores preta, cinza e vermelha. O modelo foi mostrado no Salão de São Paulo do ano passado e é produzido no México. Nada confirmado ainda, mas o HHR pode ser vendido no Brasil no ano que vem.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

CORVETTE C5 SKUNK WERKES: Criador e criatura

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O próprio desenhista do Corvette C5 criou as mudanças deste Corvette mais do que
especial, que fez sucesso em 2003
Este Corvette C5, de 2001, é exemplar único e fez muito sucesso em suas aparições pelos Estados Unidos. Foi apresentado na SEMA 2003 e batizado de Skunk Werkes. Além das alterações na carroceria feitas pelos customizadores, o pára-brisa foi reduzido em 10 polegadas (25,4 cm), criando um visual realmente impressionante. Pode-se dizer que é uma versão high tech dos speedsters do passado. O nome Skunk Werkes é antigo dentro da GM e foi usado por muitos anos por um grupo de engenheiros e técnicos, que ofereciam Corvette por eles customizados no mercado.
Quando o ex-desenhista-chefe do C5 John Cafaro junto com o ex-engenheiro de plataforma Henry Iovino desenharam esse Speedster –para uso pessoal do próprio Cafaro- criaram um kit de carroceria que se adaptou de maneira perfeita e com harmonia ao já belíssimo C5. O Skunk Werkes Body Kit consiste de spoiler traseiro, defletores dianteiros junto ao pára-choque, aletas laterais e capô especial. Além disso, ganhou novos vidros laterais e outra capota conversível. O resultado é um carro baixo, afilado, longo e muito interessante.


MAIS MUDANÇAS
Outras mudanças externas incluíram suspensões rebaixadas, (o que melhora ainda mais o efeito visual do esportivo; escapamentos especiais feitos pela Corsa, e rodas HRE 547 nas medidas 19x9,5 (frente) e 20x10 (traseira) com pneus Dunlop 273/30-19 e 285/30-20. No interior, cintos de competição da Simpson, revestimentos de couro e camurça nos bancos, volante, alavanca de câmbio, puxadores das portas e freio de estacionamento, além de detalhes de alumínio e fibra de carbono por toda parte.
Este Corvette pode até ser visto como o que seria o quarto face lift do C5. Mas não foi. Talvez o carro ganhasse essas mudanças, mas o importante é que o trabalho feito por Cafaro e Iovino beira a perfeição. Afinal, é o resultado do encontro entre criador e criatura.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Celtamania

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Por: Adriano Bodo

E a linha de acessórios Chevrolet não pára de crescer. A intenção é aproximar o veículo das necessidades e do gosto de cada proprietário.
Estão disponíveis ítens externos como calotas, frisos, saias laterais entre outros.
Por dentro, acessórios apenas disponíveis em lojas especializadas, já podem ser adquiridos na concessionária, com a vantagem de serem direcionados e se adequarem perfeitamente á seu Chevrolet. O Celta atrai um público jovem, que geralmente é sedento por itens de personalização.
Por fora, é possível deixar o carro mais “encorpado”, com spoilers dianteiro e traseiro, aerofólio de teto, saias e frisos laterais (p/ modelos 3 e 5 portas), protetor de pára-choque, rodas de alumínio 13’/14’, ponteira de escapamento integrado ao spoiler traseiro, lanternas traseiras esportivas e faróis máscara negra.
Por dentro, o consumidor pode escolher entre pedaleiras esportivas, manopla esportiva da alavanca do câmbio, rack de teto, alarme, porta-objetos central, vidros e travas elétricos, som com CD ou MP3 Player e direção hidráulica.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Clube do Chevrolet: conservando a história

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Cada vez mais vem aumentando no Brasil o interesse pelos carros antigos por parte dos apaixonados por motores. Estes, também conhecidos como antigomobilistas, procuram resgatar a história do automóvel através da preservação, manutenção e troca de informações de veículos antigos. Aquele automóvel dos tempos de infância ou que fez parte dos momentos inesquecíveis de uma família ainda se mantém vivo na mente dos antigomobilistas. Porém, alguns detalhes se perdem na lembrança e a dificuldade de se manter um veículo antigo rodando em sua originalidade é grande – embora hoje esta tarefa seja facilitada pelas revistas especializadas e pela Internet. Por isso, os clubes de carros antigos são fundamentais. Dentre os principais clubes, um dos maiores e mais tradicionais é o Chevrolet Clube do Brasil de Carros Antigos, que completou 22 anos de atividades no último dia 29 de agosto.
A idéia de fundar uma associação que unisse os apaixonados pelos Chevrolet antigos surgiu durante uma festa de aniversário do bairro da Moóca, em São Paulo, onde um grupo de amigos idealizou o que viria a ser um dos maiores clubes de automóveis do país. Logo de início 50 pessoas foram cadastradas; apenas dois meses depois de sua criação, o Clube promovia o I Encontro de Veículos da General Motors do Brasil. Com a consolidação da entidade surgiu a primeira sede, cedida gentilmente por Homero César Rodrigues e Fernando Rodrigues Filho. A autorização para o uso da marca Chevrolet só veio no início de 1986, ano em que também é efetuado o registro dos estatutos do clube. Dois anos mais tarde, foi criado o informativo Chevy Mania, que posteriormente se transformou em revista. Alguns anos depois, em setembro de 1992, o Clube passa a contar com sede própria, no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo, onde os sócios dispõem, entre outros espaços, da sala de peças e do salão de festas para ocasiões especiais. Desde sua criação, o Clube já contou com seis presidentes, cargo atualmente ocupado pelo sr. Paulo Spadaro.
O Chevrolet Clube do Brasil de Carros Antigos é composto por especialistas em veículos antigos - em especial, nos modelos produzidos pela General Motors, obviamente, como Chevrolet, Cadillac, Buick, Opel e Odsmobile, entre outros -, e é credenciado junto à F.B.V.A. (Federação Brasileira de Veículos Antigos) para realizar vistorias para a emissão do Certificado de Originalidade. Este licenciamento permite que os veículos com mais de 30 anos desde a sua produção e mantidos com 80% ou mais de suas características originais sejam dispensados da inspeção veicular, caracterizados pela placa preta.
Sob o lema “Tão importante quanto construí-los é conservá-los”, o Clube do Chevrolet desenvolve várias atividades e recebe os entusiastas por carros antigos, sócios ou não, com o objetivo de fomentar o intercâmbio de informações e a confraternização dos antigomobilistas. Nas noites de terça-feira o Clube do Chevrolet participa do encontro semanal de veículos antigos realizado no sambódromo do Anhembi e, às quintas, abre a sede para as reuniões e jantar entre os sócios. A sede do Clube do Chevrolet fica na av. General Ataliba Leonel, nº 573, no bairro de Santana, em São Paulo, e o telefone para mais informações é o (11) 6977-6870.

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domingo, 25 de janeiro de 2009

MANSÃO MOTORIZADA: Cadillac SRX Crossover

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O mercado exigiu e a Cadillac passou a fazer SUVs, pickups e crossovers

Por: Fábio Ometto
Nascida em 1903, nos Estados Unidos, e incorporada pela General Motors cinco anos depois, a Cadillac notabilizou-se pela criação de alguns dos mais desejados sedãs e limusines do mundo, ganhando fama como sinônimo de luxo, desenho e excelência tecnológica. Ficaram célebres o espacial modelo 1959, os modelos cor de roda e a cor “preto cadillac”, sinal de sobriedade e discreção, algo nem sempre possível num sedã de sete metros repleto de cromados.
Entretanto, nos últimos anos, esta tradicionalíssima montadora também vem se destacando pela produção de utilitários esportivos que reúnem elevada potência, tecnologia e conforto. Pode paracer um sacrilégio, mas é pura exigência do mercado. É o caso do Cadillac Escalade e, mais recentemente, do Cadillac SRX Crossover.
Apesar de não haver planos concretos da importação dos modelos da marca para o Brasil, a General Motors disponibilizou para SUPER CHEVY um test-drive com a versão de entrada do SRX Crossover, equipada com motor V6.
Produzido na fábroca de Lansing Grand River, em Lansing, no Michigan, o Cadillac SRX Crossover trouxe um novo e elevado nível de desempenho aliado à versatilidade ao segmento dos utilitários esportivos de luxo. É um veículo capaz de transpor trechos acidentados sem dificuldades, porém com o conforto de um sedã de luxo. Com 4,95 m de comprimento total, 1,84m de largura e 1,72m de altura, o SRX Crossover apresenta aparência externa com formas simples e planas, e grande área envidraçada. Se não atrai pela ausência de linhas curvilíneas, a sedução própria de um legítimo Cadillac é garantida pela parte frontal muito semelhante à do renovado sedã STS 2008, com imensos grupos ótimos trapezoidais e grade do radiador com seis divisões. O pára-choque, que integra os faróis auxiliares e o spoiler, adiciona esportividade ao SUV.
O SRX Crossover pode transportar até sete passageiros, considerando-se os dois assentos da terceira fileira. Por conta da distância entre-eixos de 2.957mm, o banco traseiro oferece o maior espaço da categoria (104 cm) para as pernas; e rebatendo-se o encosto para que o piso fique totalmente plano, dispõe-se de um compartimento de carga semelhante ao de uma pickup grande. A abertura da tampa de porta-malas é automatizada.
O modelo é equipado com motor 3.6V6 VVT, com ângulo de 60º entre as bancadas dos cilindros, totalmente construído em alumínio, com 24 válvulas e controle variável de abertura e fechamento das válvulas. Desenvolve 264 cv de potência máxima a 6.500 rpm e torque máximo de 35,1 kgfm a 2.800 rpm. Acoplada ao V6, a GM adotou a caixa de transmissão automática 5L40 Hydra-Matic, com cinco velocidades, totalmente controlada por sistemas eletrônicos, mas com Driver Shift Control, a alavanca para mudanças seqüenciais das marchas. O SRX Crossover possui tração traseira, mas pode vir equipado com sistema integral, opcionalmente. O consumo estimado para a configuração 4x2 é de 6,6 km/litro de gasolina na cidade e de 9,7 km/litro na estrada. O tanque de combustível tem capacidade para 72 litros, o que confere autonomia de aproximadamente 700 km em rodovias.

Proteção eletrônica
A distribuição de peso próxima ao ideal de 50% em cada eixo, o centro de gravidade relativamente baixo e as mais recentes tecnologias de controle de estabilidade contribuem para fazer do Cadillac SRX Crossover um dos utilitários esportivos mais seguros do mundo. Todos o ocupantes contam com airbags frontais e laterais para amenizar os efeitos de colisões.
A suspensão é independente nas quatro rodas e utiliza braços curtos e longos com multilink redesenhado na traseira, barras estabilizadoras, sistema de controle automático de altura no eixo de trás e amortecedores. Os freios são a disco nas quatro rodas e contam com ABS e Brake Assist, recurso que reforça a força aplicada no pedal. Ou seja, numa frenagem mais forte, o Brake assist aplica a capacidade máxima enquanto o ABS impede as rodas de travarem.
O utilitário esportivo conta com sistema Stabilitrack de quatro canais (um em cada roda), que monitora e integra eletronicamente as atuações dos freios, suspensão, direção e os controles de tração e da potência do motor, com o objetivo de otimizar a estabilidade do carro e a segurança dos ocupantes. O sistema de direção usa pinhão e cremalheira e conta com o Speed-sensitive, que reduz a assistência proporcionalmente à elevação da velocidade; a direção fica mais leve em manobras de estacionamento e mais pesada em altas velocidades.
As rodas de alumínio impressionam. São 8x18 e com acabamento ultra-brilhante. Os pneus são os 235/60R18 na dianteira e 255/55R18, na traseira, para uso predominantemente em asfalto. Combinados com as boas suspensões e recursos eletrônicos, a estabilidade impressiona.

Suntuosidade
O interior do Cadillac SRX Crossover foi todo remodelado para a versão 2008, com destaques para a eletrônica e o entretenimento. Os bancos, muitos confortáveis, contam com ajustes totalmente elétricos e forração em couro cinza, assim como o volante, manopla da alavanca de câmbio, painel e revestimento das portas.
O acabamento característico em madeira de lei dos Cadillac está presente em uma faixa que se estende do painel central aos forros das portas, e no console central, onde se encontram a alavanca de câmbio e o dispensável cinzeiro. Afinal, quem ousaria fumar dentro de um Cadillac? Ao centro do painel localiza-se um requintado relógio analógico entre as saídas de ar, logo acima da tela dos sistemas de som e de navegação, e dos controles do condicionador de ar digital.
O painel de instrumentos é simples e de fácil leitura, com fundo negro e marcações em branco. O velocímetro tem indicação até 160 mph (256 km/h) e o conta-giros tem graduação até 8.000 rpm, com faixa vermelha a partir dos 6.500. O volante -com ajuste de altura e profundidade- reúne os controles de som e do viva-voz, entre outros, além do imponente logotipo da Cadillac.
O descança-braços central incorpora um porta-objetos com refrigeração. O sistema de áudio e vídeo é excelente, produzido pela Bose, com Digital Surround 5.1, capaz de transformar o SRX Crossover em uma sala de home theather.

Bela barca
Ainda parado, a sensação ao volante do Cadillac SRX Crossover é a mesma de se estar num daqueles antigos sedãs pesados e lentos. Mas basta dar a partida e premer ainda que levemente o acelerador para esta impressão se desfazer muito rapidamente sobre o asfalto. O utilitário esportivo ganha velocidade num ritmo impressionante, deixando para trás muitos modelos ditos esportivos. Na prática, a estabilidade realmente é um dos pontos fortes do carro: mesmo alto e grandalhão, o SRX Crossover se mantém equilibrado, transmitindo confiança para pisar até o fim no acelerador e chegar aos 200 km/h. Os freios também se mostraram eficientes e detiveram o carro sem muito esforço do motorista. Enfim, o Cadillac SRX Crossover não é exatamente um daqueles carros que você sonhou desde a infância, mas certamente ninguém vai se sentir decepcionado em ter um na garagem.

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sábado, 24 de janeiro de 2009

Miniaturas: Pontiac GTO

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O Pontiac GTO é na verdade o Holden australiano. A miniatura é da Ertl na escala 1/18, disponível nas cores preto, roxo ou amarelo. São bem feitas como sempre e a marca é respeitada. O preço está em torno de US$ 40.



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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Anúncio Antigo

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